Comandante da PM nega que lugar onde ocorreu Chacina em Belém era conhecido como ponto de venda de drogas

Redação Por: Redação

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Publicado em 22/05/2019 12:30h

Comandante da PM nega que lugar onde ocorreu Chacina em Belém era conhecido como ponto de venda de drogas

Terceiro suspeito de envolvimento na chacina deve se apresentar nesta quarta (22). Investigação usa imagens de celulares e câmeras apreendidos no local do crime.


Em entrevista coletiva nesta terça-feira (21), o Comandante Geral da Policia Militar, Dilson Júnior, negou que o local onde ocorreu a Chacina que deixou 11 vítimas no bairro do Guamá, em Belém, era conhecido como ponto de venda de drogas.

“O bar já tinha sido fiscalizado em outras ocasiões, inclusive chegou a ser fechado por poluição sonora e perturbação do sossego, mas não tínhamos essa informação de que lá era um ponto de venda de drogas, porque se tivéssemos teríamos atuado”, assegurou o Comandante.

Onze pessoas morreram no local durante uma chacina no final da tarde do último domingo (19). De acordo com testemunhas, cerca de 80 homens e mulheres estavam no Wanda’s Bar quando o crime aconteceu. Além das vítimas fatais, uma 12ª vítima está internada em estado grave e sob proteção da polícia.

No dia do crime, sete homens usando um carro e três motos teriam chegado ao local usando capuz e ao menos três deles, dispararam contra as vítimas. Os demais aguardaram do lado de fora e fugiram em seguida.

O corpo de Alex Rubens Roque Silva, a última vítima da Chacina do Guamá que permanecia no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, foi liberado na tarde desta terça-feira (21).


Fonte: G1 Pará

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